
Capitalismo, a pedra do sapato do desenvolvimento humano segundo os socialistas, pois para estes o capitalismo explora e aliena o homem. Mas o que é capitalismo? Capitalismo é um sistema político – econômico que surgiu lá no fim da Idade Média, como o surgimento dos burgos, a burguesia. O grande negócio que influenciou a história da Europa e a nossa própria, com a expansão marítima indo a Revolução Industrial, chegando até os dias de hoje. O objetivo deste sistema é o lucro.
Com o passar do tempo, a burguesia tinha a idéia de desconcentrar o poder econômico do governo, deixando este nas mãos dos seus cidadãos. Foi a partir deste momento em que o controle do governo sobre a economia foi diminuído, a burguesia teve mais espaço para crescer e se consolidar como força econômica e política, já que não dependia mais do governo para obter resultados, e sim do mercado, criando assim o liberalismo, onde se prega este sistema até hoje, onde o mercado dita as regras nas políticas econômicas, dando assim mais poder ao sistema capitalista, fazendo este sistema consolidar como sistema predominante na política.
Na década de 1970, com a crise que atingiu a economia mundial provocada pelo aumento excessivo do preço petróleo em 1973, surgiu um novo mecanismo político e de economia capitalista como solução para enfrentar esta tal crise. Nasce assim o neoliberalismo, que defende a não participação do estado na economia. De acordo com esta doutrina, deve haver total liberdade de comércio, o livre mercado, pois este princípio garante o crescimento econômico e o desenvolvimento social de um país. Os princípios básicos são: pouca intervenção do governo no mercado de trabalho; política de privatização de empresas estatais; livre circulação de capitais internacionais e ênfase na globalização; abertura da economia para a entrada de multinacionais; adoção de medidas contra o protecionismo econômico; desburocratização do estado: leis e regras econômicas mais simplificadas para facilitar o funcionamento das atividades econômicas; diminuição do tamanho do estado, tornando-o mais eficiente; posição contrária aos impostos e tributos excessivos; aumento da produção, como objetivo básico para atingir o desenvolvimento econômico; contra o controle de preços dos produtos e serviços por parte do estado, ou seja, a lei da oferta e demanda é suficiente para regular os preços; a base da economia deve ser formada por empresas privadas;
defesa dos princípios econômicos do capitalismo.
Com o Neoliberalismo como modelo para um fortalecimento do capitalismo (pois a grande movimento socialista no mundo), a moda pegou no planeta e com isso surgiu a idéia de um Estado mínimo, ou seja, um deslocamento das atribuições do Estado perante a economia e a sociedade. Preconiza-se a não-intervenção, e este afastamento em prol da liberdade individual e da competição entre os agentes econômicos, segundo o neoliberalismo, é o pressuposto da prosperidade econômica. A única forma de regulação econômica, portanto, deve ser feita pelas forças do mercado, as mais racionais e eficientes possíveis. Para Mészaros, coube ao Estado Mínimo garantir a ordem, a legalidade e concentrar seu papel executivo naqueles serviços mínimos necessários para tanto: policiamento, forças armadas, poderes executivo, legislativo e judiciário etc. Abrindo mão, portanto, de toda e qualquer forma de atuação econômica direta, como é o caso das empresas estatais. A concepção de Estado mínimo surge como reação ao padrão de acumulação vigente durante grande parte do século XX, em que o Estado financiava não só a acumulação do capital, mas também a reprodução da força de trabalho, via políticas sociais. Na medida em que este Estado deixa de financiar esta última, torna-se, ele próprio, “máximo” para o capital. O suporte do fundo público (estatal) ao capital não só não deixa de ser aporte necessário ao processo de acumulação, como também ele se maximiza diante das necessidades cada vez mais exigentes do capital financeiro internacional.
Coube ao Estado também o controle do bem estar social, que se originou da Grande Depressão, se desenvolveu ainda mais com a ampliação do conceito de cidadania, com o fim dos governos totalitários da Europa Ocidental (nascismo, facismo etc.) com a hegemonia dos governos sociais - democracias e, secundariamente, das correntes euro - comunistas, com base na concepção de que existem direitos sociais indissociáveis à existência de qualquer cidadão. O Estado de bem estar social, segundo Schumpeter, é um tipo de organização política e econômica que coloca o Estado como agente da promoção (protetor e defensor) social e organizador da economia. Nesta orientação, o Estado é o agente regulamentador de toda vida e saúde social, política e econômica do país em parceria com sindicatos e empresas privadas, em níveis diferentes, de acordo com a nação em questão. Cabe ao Estado do bem-estar social garantir serviços públicos e proteção à população. Assim ficava para o estado as obrigações sociais e de ordem, e para o mercado o lucro.
Com um Estado garantindo a ordem, e garantindo a reproduçào da mào – de – obra, através de políticas sociais. O mercado tem uma necessidade de ampliar seus negócios, pois os mercados internos já estavam saturados. Houve assim a necessidade de expansão do mercado, romper suas fronteiras, dando origem a Globalização, É um fenômeno gerado pela necessidade da dinâmica do capitalismo de formar uma aldeia global que permita maiores mercados para os países centrais, os países ditos desenvolvidos. O processo de Globalização diz respeito à forma como os países interagem e aproximam pessoas, ou seja, interliga o mundo, levando em consideração aspectos econômicos, sociais, culturais e políticos. Com isso, gerando a fase da expansão capitalista, onde é possível realizar transações financeiras, expandir seu negócio até então restrito ao seu mercado de atuação para mercados distantes e emergentes, sem necessariamente um investimento alto de capital financeiro, pois a comunicação no mundo globalizado permite tal expansão, porém, obtêm-se como conseqüência o aumento acirrado da concorrência (Wikipédia). A necessidade de expandir seus mercados levou as nações a aos poucos começarem a se abrir para produtos de outros países, marcando o crescimento da ideologia econômica do neoliberalismo. Mas criou – se assim, um sentimento de receio, cito aqui uns deles: aumento dos riscos globais de transações financeiras, onde qualquer instabilidade econômica que se cria no mundo ou qualquer fenômeno que acontece num determinado país atinge rapidamente outros países criando-se contágios que tal como as epidemias se alastram a todos os pontos do globo como se de um único ponto se tratasse, como este última crise mundial apresentou-se; perda de parte da soberania dos Estados com a ênfase das organizações supra-governamentais, aumento do volume e velocidade como os recursos vêm sendo transacionados pelo mundo, através do desenvolvimento tecnológico etc.
A globlização ajudou e muito no processo cultural, com a queda dos muros das fronteiras, o conhecer outras culturas, fez com que, diversas culturas dialogasem e, criando também assim uma cultura global. O contra-ponto cultural ou o “choque cultural”, fez com que, este processo amplia-se o contexto multicultural.
Com o passar do tempo, a burguesia tinha a idéia de desconcentrar o poder econômico do governo, deixando este nas mãos dos seus cidadãos. Foi a partir deste momento em que o controle do governo sobre a economia foi diminuído, a burguesia teve mais espaço para crescer e se consolidar como força econômica e política, já que não dependia mais do governo para obter resultados, e sim do mercado, criando assim o liberalismo, onde se prega este sistema até hoje, onde o mercado dita as regras nas políticas econômicas, dando assim mais poder ao sistema capitalista, fazendo este sistema consolidar como sistema predominante na política.
Na década de 1970, com a crise que atingiu a economia mundial provocada pelo aumento excessivo do preço petróleo em 1973, surgiu um novo mecanismo político e de economia capitalista como solução para enfrentar esta tal crise. Nasce assim o neoliberalismo, que defende a não participação do estado na economia. De acordo com esta doutrina, deve haver total liberdade de comércio, o livre mercado, pois este princípio garante o crescimento econômico e o desenvolvimento social de um país. Os princípios básicos são: pouca intervenção do governo no mercado de trabalho; política de privatização de empresas estatais; livre circulação de capitais internacionais e ênfase na globalização; abertura da economia para a entrada de multinacionais; adoção de medidas contra o protecionismo econômico; desburocratização do estado: leis e regras econômicas mais simplificadas para facilitar o funcionamento das atividades econômicas; diminuição do tamanho do estado, tornando-o mais eficiente; posição contrária aos impostos e tributos excessivos; aumento da produção, como objetivo básico para atingir o desenvolvimento econômico; contra o controle de preços dos produtos e serviços por parte do estado, ou seja, a lei da oferta e demanda é suficiente para regular os preços; a base da economia deve ser formada por empresas privadas;
defesa dos princípios econômicos do capitalismo.
Com o Neoliberalismo como modelo para um fortalecimento do capitalismo (pois a grande movimento socialista no mundo), a moda pegou no planeta e com isso surgiu a idéia de um Estado mínimo, ou seja, um deslocamento das atribuições do Estado perante a economia e a sociedade. Preconiza-se a não-intervenção, e este afastamento em prol da liberdade individual e da competição entre os agentes econômicos, segundo o neoliberalismo, é o pressuposto da prosperidade econômica. A única forma de regulação econômica, portanto, deve ser feita pelas forças do mercado, as mais racionais e eficientes possíveis. Para Mészaros, coube ao Estado Mínimo garantir a ordem, a legalidade e concentrar seu papel executivo naqueles serviços mínimos necessários para tanto: policiamento, forças armadas, poderes executivo, legislativo e judiciário etc. Abrindo mão, portanto, de toda e qualquer forma de atuação econômica direta, como é o caso das empresas estatais. A concepção de Estado mínimo surge como reação ao padrão de acumulação vigente durante grande parte do século XX, em que o Estado financiava não só a acumulação do capital, mas também a reprodução da força de trabalho, via políticas sociais. Na medida em que este Estado deixa de financiar esta última, torna-se, ele próprio, “máximo” para o capital. O suporte do fundo público (estatal) ao capital não só não deixa de ser aporte necessário ao processo de acumulação, como também ele se maximiza diante das necessidades cada vez mais exigentes do capital financeiro internacional.
Coube ao Estado também o controle do bem estar social, que se originou da Grande Depressão, se desenvolveu ainda mais com a ampliação do conceito de cidadania, com o fim dos governos totalitários da Europa Ocidental (nascismo, facismo etc.) com a hegemonia dos governos sociais - democracias e, secundariamente, das correntes euro - comunistas, com base na concepção de que existem direitos sociais indissociáveis à existência de qualquer cidadão. O Estado de bem estar social, segundo Schumpeter, é um tipo de organização política e econômica que coloca o Estado como agente da promoção (protetor e defensor) social e organizador da economia. Nesta orientação, o Estado é o agente regulamentador de toda vida e saúde social, política e econômica do país em parceria com sindicatos e empresas privadas, em níveis diferentes, de acordo com a nação em questão. Cabe ao Estado do bem-estar social garantir serviços públicos e proteção à população. Assim ficava para o estado as obrigações sociais e de ordem, e para o mercado o lucro.
Com um Estado garantindo a ordem, e garantindo a reproduçào da mào – de – obra, através de políticas sociais. O mercado tem uma necessidade de ampliar seus negócios, pois os mercados internos já estavam saturados. Houve assim a necessidade de expansão do mercado, romper suas fronteiras, dando origem a Globalização, É um fenômeno gerado pela necessidade da dinâmica do capitalismo de formar uma aldeia global que permita maiores mercados para os países centrais, os países ditos desenvolvidos. O processo de Globalização diz respeito à forma como os países interagem e aproximam pessoas, ou seja, interliga o mundo, levando em consideração aspectos econômicos, sociais, culturais e políticos. Com isso, gerando a fase da expansão capitalista, onde é possível realizar transações financeiras, expandir seu negócio até então restrito ao seu mercado de atuação para mercados distantes e emergentes, sem necessariamente um investimento alto de capital financeiro, pois a comunicação no mundo globalizado permite tal expansão, porém, obtêm-se como conseqüência o aumento acirrado da concorrência (Wikipédia). A necessidade de expandir seus mercados levou as nações a aos poucos começarem a se abrir para produtos de outros países, marcando o crescimento da ideologia econômica do neoliberalismo. Mas criou – se assim, um sentimento de receio, cito aqui uns deles: aumento dos riscos globais de transações financeiras, onde qualquer instabilidade econômica que se cria no mundo ou qualquer fenômeno que acontece num determinado país atinge rapidamente outros países criando-se contágios que tal como as epidemias se alastram a todos os pontos do globo como se de um único ponto se tratasse, como este última crise mundial apresentou-se; perda de parte da soberania dos Estados com a ênfase das organizações supra-governamentais, aumento do volume e velocidade como os recursos vêm sendo transacionados pelo mundo, através do desenvolvimento tecnológico etc.
A globlização ajudou e muito no processo cultural, com a queda dos muros das fronteiras, o conhecer outras culturas, fez com que, diversas culturas dialogasem e, criando também assim uma cultura global. O contra-ponto cultural ou o “choque cultural”, fez com que, este processo amplia-se o contexto multicultural.